segunda-feira, 14 de abril de 2014

Foi uma maravilha!


Foi uma maravilha!

Entre achar que ia ficar no SuperCor do Beloura Shopping, e ter de fingir que estava entusiasmada com a ideia, a passear-me num carro maravilhosamente decorado mas só sair dele passado duas horas em que parte do caminho fui com uma venda a fazer curvas e contra curvas que me fizeram chegar ao destino meia enjoada, lá cheguei e foi uma maravilha!
Começámos algumas e acabámos vinte e poucas e soube tao bem!
Entre sessões fotográficas made in LineWithLine, sempre querida e já acompanhada por alguém tão especial, levantei os pés da areia com surfistas divertidos,  tirei o véu e pus o véu, a coroa espetacular Amor&Lima foi voando aos poucos com o vento, tira assim e assado, as de cor de rosa, todas as de azul, copos pelo meio, frio e Sol escondido e uma boa tarde se foi passando!

O fim de tarde em casa pareceu o meio de uma noite em que alguém se esqueceu de apagar as luzes, dançámos e cantámos como se já noite fosse e a relva e muros tornaram-se a pista!

Entre narizes, pernas, olhos, costas e bocas de amigos confundidas com as do Manuel lá fui recebendo presentes, todos eles para aprender a costurar, limpar a casar, arrumar a roupa, tudo o que o Manuel precisa para ser feliz até porque todas elas são muito certinhas e prendadas!( LOL)
A Páscoa chegou e uma coelhinha alegre e feliz aprendeu a saltitar de forma sensual – diz a professora que com sucesso! ;)
O “Cacheiro”, como tive a liberdade de o batizar, recebeu-nos vazio e as últimas a sairem foi porque os pés já não aguentavam e o calor de todas e tantas músicas dançadas fazia-se sentir!

Obrigada a todos pelo fim de semana tão bom! Um Super Mega Hiper Obrigada às madrinhas queridas pela organização espetacular!

Afinal, quando se está entre AMIGAS, tanto pode ser longe como perto, com mais ou menos qualquer coisa que é sempre uma MARAVILHA! ADOREI!E...estou pronta para casar! :)


                                                              

quarta-feira, 12 de março de 2014

O Teu amor!

Entre o que recebemos, queremos e gostávamos que acontecesse Deus chega e decide brincar connosco, dar o ar da sua graça e mostrar-Se.
Põe-nos à prova e quando achamos que ultrapassámos todas as metas possíveis damos por nós e estamos na linha de partida de uma nova corrida!
Cria-nos momentos em que desejamos que certas horas passem como segundos e segundos que adorávamos que se prolongassem em dias. Põe-nos em circunstâncias que gostávamos de alterar e libertar delas quem amamos.
Depara-nos com males nos quais não conseguimos ver o bem.
Faz com que queiramos colar beijinhos nas bocejas para sempre, ansiar para que as nossas mãos entrelaçadas nunca se separem. Roubar sorrisos e gargalhadas e trancá-los a sete chaves numa caixa só nossa.
Abana-nos e relembra-nos que somos nada mais do que pequenas peças nesta corrida que é a vida!
Tenho aprendido que Deus modela e remodela o meu coração, dá-lhe uma forma e sem eu dar por isso chega e faz com que ele fique apertado e a querer explodir para vários lados.
Enquanto o meu coração pequeno bate em esforço, agoniado e sufocado, Deus mostra-me que o amor é a maior de todas as coisas. O amor faz com que vários e tantos corações batam juntos por um tão grande mas agora fraco.
Ensina-me que mesmo no silêncio dos nossos batimentos o amor percorre-nos no sangue e cria-nos medo mas enche-nos de força e transforma-se em esperança!
Tu obriga-nos a contemplar e festejar a vida com o respeito e amor que esta merece mesmo que nos apeteça tudo menos admirá-la e brindá-la!
Esta visão do amor tão completa e genuína é a mais bonita lição que entre tantas outras tenho tido o privilégio de viver e ir aprendendo contigo. Um amor ao outro e à vida que ultrapassa qualquer dor, qualquer egoísmo e desejo próprio. O teu amor!

Gostava de um dia conseguir sentir o amor e a vida como sentes! Viver as surpresas de Deus como tens e continuas a viver!
Adoro ter-te cá comigo, viver e sentir este/o Teu o amor! Tenho medo, tanto medo mas lá no fundo tenho uma imensa fé! 
Fé em Ti, em todos nós, em Deus e sobretudo, acredito que seja qual for a corrida vamos estar sempre juntos, cada passada dada seremos vários e sei que todas as metas atingidas serão cortadas não por um mas por vários corações!

Se daqui a uns meses vamos estar juntos no meu casamento com o Manuel, nos teus 90 e em tantos outros momentos? Naturalmente é com o que mais sonho e desejo mas na brincadeira da vida entrego-me nas orações, acredito na grandiosa força do AMOR e que seja o que Deus quiser!

Amo-te!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Discutir - diz que faz bem! ;)

Um dia destes entre conversas de casamento uma das minhas madrinhas disse-me: “ É normal e saudável que discutam algumas vezes! Os casais que nunca discutem não são felizes! É como os amigos, quando somos mesmo amigos é com eles que discutimos porque tal como existe  à vontade para tal também sabemos que tudo se resolve”.

Que grande e querida madrinha! 
Automaticamente relembrei uma discussão gigante que tive com a minha amiga/irmã Isabel! 
Ela chorava de um lado ofendida comigo, eu chorava do outro por ela estar a chorar e ter duvidado dela. No meio das nossas desilusões chorámos, gritámos e penso que foi aí que aprendi que quando somos realmente amigas no verdadeiro sentido da palavra, podemos gritar, chorar, espernear que tudo se resolve! A maioria das vezes, não só se resolve como fortalece a relação, aumenta ainda mais a confiança e une-nos!

Discutir é diferente de amuar e bater o pé. É uma troca de ideias mais ou menos exaltada, é um divergir para que nas diferenças lentamente se vá convergindo em algo comum!
Aí conhecemos o outro e ele conhece-nos a nós, trocamos ideias e pontos de vistas, e, caso faça sentido, pedimos desculpa!
Desculpar não é esquecer tal como eu não esqueci aquela discussão. Desculpar é aceitar o erro e decidir que conseguimos ultrapassá-lo e viver para a frente com ele! É assumir que o que se passou não tem remédio e borracha mas que podemos aprender e tornar o nosso casamento, o nosso namoro, a nossa amizade ainda mais bonita! Há amizades que ficam pelo caminho mas talvez seja porque não o eram...

Obrigada minhas queridas! 
Ontem foi um recordar de cenas hilariantes! Uma prova de vestido tornou-se num evento que se prolongou horas que ainda hoje não sei explicar como!
Acima de tudo, é ótimo e gratificante olhar para todos os meus amigos e sentir que com vocês vale a pena andar na festa! :)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Heróis de Bata!


A vida é uma dádiva e por isso quem tenta cuidar dela connosco e algumas vezes por nós, é grande! 
Quem o faz sempre e com um sorriso, não é grande, é simplesmente gigante! 

Não posso deixar de homenagear todos os médicos, enfermeiros e auxiliares que estão espalhados pelo mundo e cuidam de nós! 
Todos eles em pequenos momentos contribuem para que aconteçam grandiosos milagres!

Agradeço e glorifico todos os sorrisos, todas as mãos que delicadamente dão festas e cuidam de tantos e todos os dias! 
Vangloriso e admiro a coragem e imensa fé! A Fé na vida que ultrapassa todas as crenças religiosas e faz com que acreditem e batalhem pelas vidas daqueles que sem pedirem lhes chegam.
Arrepio-me com a audácia e coragem dos que recebem nas suas mãos ainda novas, vidas que já deixaram bastantes rugas...
Estes heróis acreditam! Admitem que entre o que estudaram e a prática vão ressuscitar vidas e com o seu empenho conseguem-no!

Estas equipas merecem um abraço gigante, um louvor enorme, não só pelo trabalho que fazem mas pelo que criam em seu redor! 
A responsabilidade do seu trabalho é assumida com uma alegria e descontração que não os impede de, entre brincadeiras e festas, darem a devida atenção e mimo aos doentes. 
Por detrás das batas, sejam elas de que cor forem, estão pessoas extraordinárias que todos os dias optam por deixar os seus problemas em casa e pacientemente enchem os bolsos das suas batas com alegria e boa disposição. Para além destes que são espetaculares ainda há aqueles que se transcedem e levam consigo uma dose graciosa de amor!

E amor foi o que senti, muito amor ao próximo! Um imenso respeito e ternura pelo doente! Um dignificar da profissão e das pessoas que tinham em seu redor!

Muito obrigada a todos os que dão tanto de si ao próximo e um  OBRIGADO especial a todos estes heróis de bata que salvam vidas com amor e sempre com um sorriso!

É graças a todos eles que apesar de sairmos do hospital de coração apertado, por ainda não conseguirmos trazer quem amamos connosco, chegamos a casa com o conforto e segurança de que quem ficou não só está a ser bem tratado como muitissimo bem cuidado e amado! 


Assim vale a pena! Com amor tudo vale a pena!




terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Encontrei o homem da minha vida?




Sinto uma satisfação enorme quando escrevo um texto no blogue e alguém comenta, mete likes ou envia mensagens. Gosto imenso quando tenho retorno do que escrevo. Gratifica-me saber que alguém cede minutos do seu tempo a ler as minhas palavras. Dá-me ainda mais gozo quando me questionam e desafiam.

No último texto que escrevi perguntaste-me “Se tinha encontrado o homem da minha vida? Como é que sabia que era ele?"  
Respondi-te rápido  que sim, encontrei o Manuel da minha vida e que sei que é ele porque mal fecho a porta de casa tenho saudades e não consigo adormecer bem sem o pé dele enterlaçado no meu!

É verdade! A vontade de o voltar a ver está sempre presente, não me canso de estar e olhar para ele.
Nos dias em que nos chateamos, rogo-lhe pragas mas mesmo danada continuo a gostar de o ter por perto.
O sorriso e brilho nos olhos quando o reencontro nascem por si e sem qualquer imposição.
Posso-te dizer que acima de tudo não vivo no engano da perfeição e tenho presente que o Homem da minha vida nem todos os dias me sorri e sei que não dançaremos todas as manhãs mas na grande maioria dos nossos dias vamos levar-nos ao colo um do outro e pegar na mão que nos guia, pois, para além da paixão, do enorme desejo e imenso amor, tem sido e vai sendo construída uma forte amizade.
Amizade esta que nos tem tornado unha e carne, que me faz sentir as dores dele como se fossem as minhas. Que nos permite implicar, discutir, gozar, brincar, dar mimos, milhões de beijinhos, recuar e avançar com a certeza de que o passo será o mais certo e quando não for enquanto o sentimento existir continuaremos a caminhar lado a lado.
Neste rebuliço em que dois se tornam um, no meio de tudo o que há e estará para vir, está um espelho que nos reflete um no outro, que ao longo do tempo e entre a confusão da vida nos vai tornando um só.
Não há fórmula segura e certa para que o amor corra bem e não há sinais específicos e definidos que nos digam que aquele é o tal. 
Acredito, que no final e só mesmo no final do caminho, conseguiremos ver a beleza de todas as cedências, de todos os momentos vividos, de todos os altos e baixos. Recuaremos no tempo, balançaremos de saudades, veremos que entre vales e montanhas, céus estrelados e ventos fortes partilhamos e ultrapassamos juntos os momentos!
O amor tem de passar por esse exercício de paciência, por essa enorme e rara entrega, por um sentimenro tão gracioso que nos faz querer chegar ao fim do caminho com o desejo de que quem temos ao nosso lado tenha sido feliz! 
Um olhar por cima do ombro e ver um mapa do nosso mundo, desenhado com passadas nossas e caminhos percorridos no qual voltavamos a viajar vezes sem conta!


Resumindo e concluindo, sei que encontrei o homem da minha vida porque para além de ser feliz ao seu lado, sinto que no nosso caminho não me vou cansar de o querer e tentar fazer feliz!



sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

"O homem da minha vida? Não era este..."








Há algum tempo atrás escrevi o texto “ A mulher da minha vida? Deixei-a ir…” sobre os homens que perdem as mulheres da sua vida.
Alguns homens concordaram com o que foi escrito e na altura um amigo desafiou-me a escrever sobre quando as mulheres perdem o homem da sua vida.

É mais complicado escrever sobre as mulheres porque em termos de sentimentos e comportamentos somos bem mais complexas do que os homens. Falamos entre linhas, amuamos, se não perguntam o que queremos e como queremos é discussão quase certa, pensamos nas razões, somos inseguras e queremos bem mais mimo que eles.
Somos bastante “complicadas” mas quando adoramos e amamos é rara a coisa que não fazemos por aquele que acreditamos ser o homem da nossa vida. Damos a volta ao mundo e lutamos contra o universo caso seja preciso.
Quando o sexto sentindo diz que o “nós” está a cair e a nascer um “tu” e “eu”, cuidado com as mulheres!
Não somos de ficar a ver o filme passar, tornamo-nos logo personagens e fazemos de tudo para voltar a ter o papel principal, estarmos presentes na cena final onde há um beijo e o pé se levanta!
Viramos mineiras e picamos o suposto homem da nossa vida com “Porquês?”, ”Passa-se alguma coisa?” "Fala comigo!”,  “Explica-te!”, “Preciso de saber as razões!”, “Porque é que não falas?“
Procuramos todas as respostas, tentamos estar mais vezes até sentirmos que afinal o sexto sentido não existe e podemos voltar a estar seguras.
Entre altos e baixos, mensagens enviadas, conversas tidas, medos constantes e discussões patentes há o dia em que o Principe nos diz que NÃO! Não dá e desta vez não dá mesmo!
Acham que pelos homens nos dizerem isso desistimos?
Mulher nunca desiste daquilo em que acredita! Não larga sonhos e sentimentos só porque é dito um não com razões que facilmente se um “nós” quiser são alteráveis. O sonho não pode acabar assim, o coração não perde assim os sentimentos, existem planos, há monotonias, ligações, amigos em comum, sonhos por realizar em conjunto!
As mulheres lutam até à ultima força e até esgotarem todas as possibilidades! Há sempre imensos “mas”, “e se tentarmos”, “vai ser diferente”…
Todo o lutador quebra nalgum momento e mesmo que ache que não precisa o derradeiro descanso chega. O limite dos dias não felizes e noites mal dormidas, o sorriso que não surge logo pela manhã, o desgosto pelo telefone não tocar, as saudades da companhia e cumplicidade vai desaparecendo.
A luta termina.
O coração desiste. Aguentou sofrimento, lágrimas e soluços, discussões, instabilidade, altos e baixos…os batimentos esgotaram.
A razão faz o favor de clicar no botão “OFF” e o coração desgastado e cansado aceita o fim.
Fim esse que passado todo este processo é definitivo e quando este “OFF” é acionado a vida segue. Segue, não com a ideia de que se perdeu o Homem da vida mas que durante aquele tempo se esteve com alguém que pensámos ser o Principe Encantado. Os bons e maus momentos deixam marcas com a certeza de que foi uma relação em que o final seria " E foram quase felizes para sempre!"…As mulheres odeiam meios termos e "quase amar" não entra no vocabulário! Temos que sentir e viver!

As noites a dançar e copos bebidos voltam a ser para ondular o corpo , libertar energias e dar festas ao ego. As conversas e lanches entre amigas voltam a ser vividos com a intensidade antiga sem medo de não sorrir naturalmente e ofuscar tristeza. Aos poucos, a vontade de voltar a criar um novo cenário com um marido diferente, novos sonhos e projetos , essa vontade volta a surgir.
As mulheres poem toneladas de importância nos sentimentos e na maioria das vezes o orgulho vem depois destes e talvez por isso, depois de fazerem tudo pelo que sentem e nada resultar, a resposta tem mesmo de ser "Não"! E se este "não" surge é porque o homem da minha vida? Não era este...


PS: Cuidado homens!! Há mulheres em que o "OFF" nunca é clicado, o coração está treinado para uma vida de luta e adoram ter um regador por perto...e quando assim é...danou-se!




quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Chinês ou Japonês?

Ontem recebi uma mensagem com palavras simpáticas sobre o texto "Conheço-te ou Amigo-te?", e que terminava com a pergunta:
"- Sou conhecido ou amigo?"

Como estou em dieta e durante a semana sonho com o dia da asneira a tua resposta vai tender para a gastronomia.

Chinês ou Japonês?

Gosto imenso dos dois, estou proibida de almoçar ou jantar em qualquer um deles durante a semana pois ambos engordam.
Sábado, dia da asneira, entre um chinês e um japonês o que é que escolho?

O sushi!

É cru, sem grandes fritos, sem grandes temperos e molhos. Como se apresenta é como é, não engana muito. Posso ter uma surpresa que se for num restaurante de sushi de qualidade normalmente serei surpreendida pela positiva mas caso não o seja, o geral é tão extraordinário que as pupilas gustativas perdoam os enganos.
Os meus amigos são como o sushi, não me enganam e como faço parte dos seus ingredientes sei o que cozinham, quer o prato seja bom ou mau. Quando é bom tudo corre bem caso seja mau tratamos de pôr ordem na cozinha para nos certificarmos que da próxima será melhor.
Não levamos reclamações para casa, escrevemos sempre que necessário porque só assim podemos crescer juntos e unidos. Só assim ultrapassamos e corrigimos erros que nos farão chegar ao topo.
Evitamos molhos extra a soja, não precisamos de parecer ultra e os paladares que oferecemos bastam-nos.
Gostamos do sabor de cada peça tal e qual como se apresenta e se o sabor de alguma der discussões, gargalhadas e silêncios, gozamos o momento e lidamos com cada um à sua maneira. Vistos à distância se forem tratados com respeito todos esses momentos serão maravilhosos pelo que nos fizeram crescer, pelo que nos uniram, pelo rasto que deixaram.
Podemos não saber pegar todos nos pauzinhos da mesma forma mas sabemos que mais importante que os pauzinhos é rir do wasabi a mais e beiços inchados, da peça que se desfaz e grãos de arroz desfeitos na soja.
Os amigos são sushi, peças mais ou menos perfeitas, concebidas à nossa frente e são estas peças que nos fazem ansiar pelo dia da asneira e gozá-lo tão bem que todas as nossas pupilas gustativas explodem.

O crepe!

Tem coisas ótimas daquelas que quando estamos em dieta rígida nos apetece mesmo: fritos, fritos fritos, óleo, óleo, óleo, molho agridoce e os crepes logo de entrada! É sempre agradável ir ao Chinês mas quando saímos nunca sabemos se comemos Pato à Pequim ou Gato à Ruas de Lisboa.
Penso que não há muito mais a dizer sobre os conhecidos, são tal e qual como o Chinês. Sabemos onde estão os bons e simpáticos que nos oferecem uma lembrança e nos fazem rir com o “tleze” mas trazemos connosco uma misturada de sabores oriundos de uma cozinha que não vemos, não sabemos quem é o chefe que em segundos prepara e põe nas mesas vários pratos sem ouvirmos o click do microondas.

Chinês ou Japonês?

Aprecio bastante os dois mas como gosto de saber com o que contar e valorizo a transparência nas coisas simples da vida, sem dúvida que escolho Japonês! Japonês! Japonês!
É complicado depois de provarmos um sushi extraordinário irmos a um menos bom. E, após ganharmos hábitos de vida saudável menos apetecível se torna ir a um chinês.

Aparentemente todos têm os olhos em bico, as semelhanças físicas entre Chinês e Japonês existem mas quando entramos em cada um deles a diferença de conteúdo é abismal!
Não podemos querer almoçar chinês num sushi nem sushi num chinês. Não dá para comer um crepe e avaliar como se fosse sashimi e, caso isso acontença, é sinal que devemos tentar um bitoque à Portuguesa para relembrar as origens e dar valor ao que realmente interessa!


Mais importante do que a resposta à tua pergunta penso que é sabermos quem e o que somos, depois disto é fácil percebermos onde preferimos ir jantar, seguirmos a nossa vida sabendo que nem todos preferem sushi, por isso, pergunto-te:

- És chinês ou Sushi?

Eu sei e sempre hei-de saber o que sou para ti. ;)