quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Perdi uma vida e ganhei um amor!

Ainda não tinha conseguido escrever sobre ti, sobre nós, a nossa vida e as saudades enormes que tenho agora de vocês!

Ainda não tinha tido o tempo ou a coragem de escrever, pois cada vez que o fazia nada me fazia sentido.

Ainda não tinha e acho que nunca vou ter letras e palavras com o significado pleno daquilo que foste para mim, do que significaste na minha vida e do lugar que ocupas mais dentro de mim.

É estranho não te ter, não vos ter. É estranho esta volta em que o mundo nos distância e tão de repente estamos no Natal a conversar sobre os nomes do bebé que aí vem, como tão de repente já não estás...
Que bom ter-te contado! Que bom ter visto a tua alegria! Que amor teres gostado do nome Rosarinho, a pequenina que não me deixou chorar até hoje o que devia ou queria para atenuar as saudades e sensação de perda que tenho em mim.

Perdi uma vida e ganhei um amor! 

Um amor enorme que me faz acreditar que a vida é um carroussel onde no centro estão vocês, agora já juntos. Quero que a Rosarinho cresça nele, com a vossa música e que lhe consiga dar tudo o que tenho em mim vosso.
Gostava que a Rosarinho me amasse tanto - como eu já a amo- e como vos amo!
Serei a mãe e mulher mais feliz se algum dia ela olhar para mim com o orgulho e satisfação com que olho para vocês.
Ficarei radiante se vir nela um bocadinho do céu que tanto me acompanha e que lhe fale tanto em vocês que também ela vos queira conhecer!
Espero conseguir passar-lhe o melhor que tenho em mim, que recebi de vocês e, de mãos dadas com o Manuel, continuarmos a fazer girar o nosso/vosso carroussel!

Ontem aconteceu uma coisa muito boa, daquelas que sabia que iam adorar e que a avó ia ligar às amigas orgulhosa a contar! Por meros instantes peguei no telefone e procurei "Jovens". Já não existe, o número nem nome na lista mas vocês existem! (Vão sempre existir!)
No meio da nostalgia e tristeza de naquele instante não vos conseguir contar como queria, fiquei feliz!
Feliz, por ainda ter em mim tão viva a vossa presença que quero com tanta força que permaneça! Quero muito sentir que estão aqui e que ainda sei o que me diriam e o mimo que receberia.

Vou chorando de vez em quando, aqui e ali às escondidas tendo sempre em mim a sensação que o dia em que chorei tudo não chegará.

Vou continuado agarrada à vida, dando festinhas à Rosarinho e gargalhadas com o Manuel, tal como me ensinaram e sempre fizeram!

Perdi uma vida e ganhei um amor, um amor enorme que já me está a dar vida! :)


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

A verdade compensa!

 Há uns tempos fui recomendada a ir a uma consulta com uma médica nova. 
Antes pesquisei na net sobre ela e todos os comentários diziam que era ótima profissional mas que muito fria e séria.Fui receosa e na expetativa de como seria. 
Na entrevista inicial sobre o meu histórico médico chegou a pergunta sobre se os meus pais são saudáveis? À qual respondi que já tinham morrido. 
A médica perguntou-me como tinham morrido? Penso que para saber se de alguma doença que pudesse ser causa de alguma das maleitas que tenho, sem rodeios nem vergonhas respondi como foi.
Ficou perplexa e a voz estremeceu ao mesmo tempo que as pestanas não paravam de abrir e fechar rapidamente enquanto eu, segura de mim, continuei calma e serena.
Cheguei a casa e comentei com o Manuel e duas grandes amigas este episódio. 
Elas conhecem tão bem a facilidade com que lido com o assunto que se riram já o Manuel, preocupado com a reação da médica achou que tinha sido desnecessário e que poderia ter inventado uma morte mais suave aos ouvidos de quem pergunta e não espera ouvir uma bomba. 
Não aceitei, defendi que nunca iria ofuscar florear sobre isso mais ainda a uma pessoa que me iria acompanhar durante anos e a quem queria confiar e ser eu à vontade.
Disse isto mas ao mesmo tempo percebi a ideia do Manuel e fiquei a remoer sobre se esta verdade tão dura deveria ser dita ou floreada.  
Quando já tinha parado de pensar se teria sido indelicada em ter dito aquela verdade volto a uma consulta onde descobrimos as duas que existiu uma enorme ligação entre as nossas famílias.
Coincidência que só foi descoberta devido à verdade que assumi, que avivou memórias e suscitou esta ligação de acontecimentos e pessoas. 
O seu bisavó deu aulas de música a alguém da minha família, o seu pai foi grande amigo do meu avô, os meus avós foram padrinhos de casamento da sua irmã e a minha médica recebeu da minha avó um par de brincos lindos.
Que mundo pequeno e tão bom!
Que recompensa extraordinária foi esta por ter dito a verdade!
A verdade que me aproximou da minha avó e que criou uma ligação tão especial entre médica e paciente.
Que bom ter chegado a alguém que os meus avós gostaram tanto e sentir que nada acontece por acaso, sentir que as minhas mães no céu me vão dando a mão sempre que preciso e encaminhado para o caminho certo.

Esta verdade,  por muito violenta que seja faz parte de mim, da minha vida e, seja com quem for e no que for deve ser assumida de forma natural.
Este episódio foi apenas uma prova simples que na verdade, seja ela qual for, crescemos e tornamo-nos melhores!
Com a verdade, cativamos quem nos rodeia e encaramos o mundo e os outros de olhos e coração abertos pois tenho em mim que vergonha é esconder verdades e viver na mentira.
Eu não tenho vergonha alguma dos que mais amo pois quando se perdoa tudo se encaixa de forma e maneira a que sejamos felizes com as nossas e verdades dos outros.

A verdade compensa!  

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Até já! :)

Há uns dias uma amiga chamou-me a atenção para o facto de não publicar nenhum texto no meu blogue há muito tempo.
Pois é, tenho andado "desaparecida” das escritas. Antes talvez por falta de tempo mas agora é simplesmente porque inesperada e felizmente irei conciliar o meu trabalho diário com um projeto novo que desde logo me deu um gozo enorme poder fazer parte dele!
Posso-vos dizer que ainda não é o meu livro e será um projeto a duas onde vou conseguir dar azo à minha imaginação e ter a liberdade de continuar a escrever o que sinto e me vai na alma.
Irei escrever os meus textos aqui como sempre mas por enquanto a inspiração está concentrada no projeto e em tudo o que poderá surgir dele.
Vai ser ótimo daqui a poucas semanas partilhar com vocês e espero que fiquem tão entusiasmados como nós estamos! J


Tem sido tudo feito com imensa dedicação, empenho e alegria por isso esperamos que aquilo que nos tem feito andar de sorriso e brilho nos olhos todos os dias venha a ter o mesmo efeito em muitos de vocês!

Até já! :)

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Ela existe!

Querido X,

Li o que escreveste sobre a morte do ator Robin Williams e gostei imenso. Cheguei à parte onde escreveste sobre as dúvidas que tens relativamente ao poder e causas da depressão, sendo uma coisa que te forças em não considerar mas que esperas que a vida te ajude a olhar para ela como algo que poderemos combater apenas com a nossa mente. Foi qualquer coisa assim e reforço que adorei o teu post mas confesso-te que o meu coração apertou quando li esta parte.

Querido X, a depressão existe, a maior parte das vezes é silenciosa, tão quieta e disfarçada que chega mesmo a matar e tirar a vida dos que mais gostamos pelas suas próprias mãos. 
Quem a rodeia só a vê e valoriza quando se depara com as saudades de quem a tinha e se deixou levar.
A depressão existe e mata. Consome por dentro todos os dias e todos os minutos quem sofre com Ela. Deixas de ser Tu para seres Ela e Tu. 
Aos poucos deixas de sorrir para a vida e basta-te ficar com Ela em casa sossegado, rodeado de medos e inseguranças, recheado de vazio e perguntas que por só estares com Ela não tens respostas ou as que tens és tu, triste e de mal com a vida que respondes a ti próprio.
A depressão existe, é como um poço. Quem não a tem olha de cima e vê o fundo, a água lá bem em baixo a brilhar e a fazer círculos quando a pedra atirada faz "plof". 
Quem está com ela está no fundo,  a luz do dia, a luz da superfície vai parecendo cada vez mais distante e difícil de alcançar. E, se não se tiver quem se aperceba e seja especializado a ajudar, não só não vai conseguir aguentar o corpo à superfície da água como vai desejar que esta o abrace para o fundo escuro do poço.

A depressão existe e muitas vezes o mal é ainda não se olhar para ela como causa de tanta coisa.
Graças a Deus também existem psiquiatras, psicólogos, família e sobretudo amigos que fazem com que o poço vá sendo subido e Ela fique lá bem no fundo, tão no fundo que o gosto pela superfície, pelo estar, sentir e viver faça novamente sentido!

Não é fácil aceitar, não!
Não é giro passar por isso, não!
Existe?
Sim existe!
E sabes?
Sempre que A vemos perto de nós ou connosco não a devemos subestimar pois temos todos um papel crucial no seu combate!
Podemos e devemos ser todos baldes e cordas num poço e puxar quem lá está para a superfície, mas para isso Querido X, há que que acreditar que Ela existe e que enquanto permanece altera tudo chegando mesmo a fazer com que pessoas que amamos e idoletramos se deixem afundar.

Por cá ficam imensas dúvidas e perguntas, uma infinidade de "mas" e "porquês?" mas uma coisa te garanto, a depressão como outras doenças psiquicas existe e por muito forte que sejamos tem o poder terrível de nos tirar o brilho dos olhos e sugar toda a força e vontade que possamos ter para agarrar numa corda e subir!  

Por cá, ficam as memórias boas e sem dúvida o realçar de todas as recordações dos tempos em que sorrir era fácil e bom! ;)




quinta-feira, 24 de julho de 2014

As coisas boas da vida não são coisas!

As coisas boas da vida não são coisas!

Na semana passada fomos para a Graciosa, a primeira vez já como marido e mulher, festejar os 90 anos do meu avô Fernando.
Quis escrever sobre ele, sobre este dia e uma vida tão cheia de tudo mas até hoje não consegui parar e rever com calma o momento.
Nesse dia entre família aplaudimos o apagar de 90 velas, passado horas e numa correria enorme estávamos em Mora a dançar o “Aperta aperta com ela” e gritar “Viva os noivos!” no casamento da Inês e Gonçalo.
Foi um fim de semana cheio de emoções e sentimentos bons. Tão bons que no meio do corrupio pareceram difíceis de assimilar. (Tive uma pequena amostra do que são os natais passados na estrada de um lado para o outro entre famílias.)
Acabei por não presenciar o discurso do meu avô mas ouvi-o emocionada em vídeo.
Que exemplo! Que Senhor! Que coração! Que vida!
Como disse, o tempo não anda para trás, anda para a frente e 90 anos assim não são velhice! Teve sofrimentos terríveis, mas a vida é assim e mesmo com estas coisas, repetia os 90 anos outra vez porque foram 90 anos em que foi muito feliz!
Quem me dera ser só um bocadinho pequenino do que ele é! Quem me dera que parte do coração gigante e bondoso dele fosse meu também! Quem me dera que a minha vida gerasse tanto amor e alegria como ele cria em seu torno. Gostava de ter sempre uma palavra atenciosa e bem humorada para quem chega como ele tem naturalmente. Adorava, um dia chegar aos 90 tão bem cuidada e mimada, apagar tantas velas em casa e na companhia dos que me amam!

Enquanto andamos neste frenezim bom de festas e casamentos fim-de-semana sim, fim-de-semana sim ,há famílias que perdem quem amam. Há dúvida na vida e no sentido de voltar a sorrir quando quem queremos não mais está cá. Sofrimento na saudade eterna de quem tanto queremos perto de nós. Angústia e dor de não conseguirmos mexer e remexer no tempo e aquilo que seria um amanhã, cheio de projetos e sorrisos, transforma-se lentamente num mapa de recordações. A vida e a sua fragilidade assustam-me...agarro e aperto o Manel.
Relembro um artigo que li há uns dias em que o autor sugeria que se deveria ter um caixão à porta de casa para todos os dias nos lembrarmos que a vida é uma dádiva e a morte uma certeza. Achava ele que talvez assim, o dia-a-dia das pessoas fosse encarado de outra forma e que cada vez que saíssemos de casa de manhã dêssemos o valor real ao dia, ao momento.
Dispenso a parte mórbida mas aceito a ideia.
Não precisamos de caixões...golpes como a morte de alguém que amamos tiram-nos o chão, trocam o certo pelo incerto e mostram-nos o quão pequenos somos, o quão rápido nos pode fugir a vida. 

As coisas boas da vida não são coisas!
São pessoas, são momentos, são sorrisos e abraços, gestos e atitudes.
As coisas boas da vida permanecem e viajam no tempo, não estão no carimbo do passaporte nem em palavras, voam connosco e sem darmos conta são elas que nos fazem bater asas, voar em céu seguro e saber que quando nos cansarmos temos quem nos ampare.

90 anos, cheios de tudo mas sobretudo com muita garra, amor e festejo da vida, traga ela os golpes que trouxer.
90 anos ,em que 70 e muitos foram de mãos dadas com quem amava.
90 anos com imensa Fé!
É esta garra e amor que peço para todos os que sofrem!
É este amor tão único e bonito que desejo a todas as famílias!

Fé, que as coisas boas da vida não são coisas!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Diz que sim! 1 mês!


Diz que sim!

Sem dúvida um dos dias mais felizes da minha vida! O dia em que sem dar por isso sorri perdidamente!
As horas que anteciparam foram de nervosismo, ansiedade, por vezes mau feitio mas de uma alegria imensa!
Não trocava nada e repetia todas as horas e minutos vezes sem fim!
Para descrever o que senti e vivi dia 7 de Junho seriam páginas e uma imensidão de palavras que tentariam descrever o brilho dos meus olhos, as lágrimas caídas num misto de felicidade e emoção, o coração a bater a mil e uma felicidade imensa que me fez não mais parar de dançar desde que pus os pés na pista!
Fui abençoada pelos meus anjinhos quando a chuva parou mesmo antes de sair. Foi-me dada a graça de ter o meu avô sentado no cimo da capela a olhar para nós. Vi e senti todos os que já partiram em pessoas, em músicas, na valsa e nas orações. O mimo que recebi da minha família e amigos foi único!
Uma das madrinhas tinha-me dito que apesar de já vivermos juntos o casamento ia mudar a nossa relação. Duvidei e achei sempre que não iria sentir grande diferença mas enganei-me!
O sermos família trás umas responsabilidade bonita ao nosso namoro, olharmos um para o outro como parte de nós que queremos cuidar e amar e termos assumido esse compromisso é espetacular, ultrapassa todas as palavras que possam ser escritas ou ditas, simplesmente sente-se de uma maneira inesplicável e única!
Se antes nos sentíamos especiais e orgulhosos de nos termos um ao outros agora há magia!
Adoro dizer “o meu marido” e na lua de mel quando o ouvi dizer “my wife” o meu coração e os meus pés deram pulos de alegria e entusiasmo!


As saudades do vestido foram imediatas e por isso ficou a promessa de que daqui a uns anos fazemos a festa “Remember our YES” para voltamos todas a ser princesas, juntarmos os amigos dos amigos, entrarmos com as mesmas músicas no cocktail, atirarmos o bouquet "Amor&Lima" para que todas se casem e, se Deus quiser, ainda teremos todos o que sorriram connosco perto de nós a brindar e dançar nas cadeiras.


Até lá, vou continuar a dizer-lhe que sim todos os dias mesmo naqueles em que apeteça dizer só assim assim! 
Vou namorar, namorar e namorar e como o Senhor Padre disse tentar ser criativa como os Japoneses! J

1 mês! :) <3

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Lágrimas de crocodilo!





Ontem decidi ir ver a meteorologia para dia 7 de Junho.
Noiva que é noiva gosta de imaginar o casamento num dia de sol, passarinhos a voar, fotografias com o pôr do Sol.
Eu, como todas as noivas adormeci muitas vezes a sonhar com a minha descida pela escadaria de braço dado com o tio Domingos e todos os primos pequeninos vestidos de igual à minha volta. Imaginei a entrada na missa de pernas a tremer e a saída aos pulos de alegria! Ouvia o bater dos copos no cocktail em todos os cantos bonitos que a Graciosa tem para oferecer e as gargalhadas com outras coisas que poderiam acontecer.
Ontem, quando vi que as previsões davam chuva fiquei agoniada! E quando a agonia estava a levar a melhor e a apoderar-se de mim tive tantas e tantas amigas queridas a tentarem mostrar-me o lado bom de tudo o que eu não tinha sonhado, um cocktail apertadinho em vez de ser ao ar livre, galochas giríssimas e toda uma passerelle de chapéus de chuva, orações e ovos a Santa Clara e a alegria de que um arco-íris só existe quando chove... Que queridas que são todas! Sou abençoada por vos ter tão perto e mesmo assim caiu-me uma lágrima! 
E, quando me caiu esta lágrima senti-me a pessoa mais rídicula e egoista deste mundo!
Quando é que já se viu alguém chorar por chover no dia do casamento?

Já o meu avô dizia que além do rótulo que nos define o importante é o conteúdo. 
A Graciosa é a casa onde cresci, naquela capela onde caberemos apenas setenta pessoas casaram tios, primas e despedimo-nos já de alguns que tanto amamos. Para além da sua beleza, carrega consigo muito sentimento, muitas histórias e emoções. 
Vai ser ali que me vou casar com o Manuel que tanto adoro e com quem quero formar família e viver o resto da vida.
Importa se vai estar sol ou vai chover?
Quanto muito tornaria mais ou menos agradável, o que realmente importa é estarmos os dois com os que mais gostamos neste dia e esses sei que vão por nós! 
Não se vão interessar se o cocktail é nos jardins ou já nos salões do jantar, se temos fotografias bonitas na escadaria ou de todos à nossa volta na mesa!

Que venha a chuva para os que precisam de cultivar as suas terras e fazem delas o seu alimento! 
Que eu não volte a deitar uma lágrima sem antes dar valor e agradecer o que tenho todos os dias sem grande esforço.
Que eu não volte a deitar uma lágrima fútil quando tenho tecto e salões para jantarmos e dançarmos até de manhã!
Que eu não volte a deitar uma lágrima quando vou ter a graça de conseguir reunir toda a minha família e receber um beijo do meu avô!
Que eu não volte a deitar uma lágrima quando há quem chore e ninguém dê por isso...

Obrigada Nossa Senhora por nas nossas conversas Me chamares a atenção de tanto que tenho que agradecer e por tão pouco que tenho de chorar! 

Obrigada a todos os que gostam de nós e vão estando por perto! Peço para que estejam sempre connosco e saibamos sempre dar valor ao que realmente importa!

Tenho a certeza que vai ser o dia mais feliz da minha vida e seja com sol ou com chuva vou sorrir sorrir e sorrir, dançar, dançar e dançar! Rodopiar o meu vestido e cantar o meu Na ni na ni ná! Olhar para o Manuel e ter a certeza que não é uma chuva, não é uma tempestade ou uma ventania que nos tira o brilho e felicidade!

Dia 7, com Sol ou com chuva vou estar feliz!

Vamos estar TODOS! :)